Defensoria Pública e Fiocruz divulgam resultado das inscrições aptas para concorrer ao Defensoras Populares 2
Cento e vinte mulheres serão selecionadas para começarem um percurso de um ano voltado ao fortalecimento da liderança feminina e à promoção do acesso à justiça nos territórios, além de atuarem como multiplicadoras de direitos em suas comunidades
Está mais perto a definição dos nome das 120 mulheres que integrarão o projeto Defensoras Populares 2. O processo seletivo registrou alta procura e resultou em mais de 600 candidatas aptas para a próxima etapa. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com a Defensoria Pública do Ceará, Fiotec e Unilab, divulgou na última sexta-feira (17/4), o resultado final das inscrições, bem como a lista das candidatas que estão aptas para a próxima etapa do edital para o projeto Defensoras Populares Ceará – Turma 2026.
Acesse aqui.
Acompanhe as próximas fases:
20/04 a 20/05 – Período de análise e seleção das candidaturas
20/05 – Resultado final
20/05 a 22/05 – Prazo para recursos do resultado final
29/05 – Resposta aos recursos e confirmação do resultado final
29/05 a 02/06 – Confirmação da vaga
04/06 – Chamada para reclassificação (caso necessário)
Defensora Populares 2
Cento e vinte mulheres serão selecionadas para começarem um percurso de um ano voltado ao fortalecimento da liderança feminina e à promoção do acesso à justiça nos territórios, além de atuarem como multiplicadoras de direitos em suas comunidades.
As selecionadas receberão bolsa mensal de R$ 700,00 durante os 12 meses do curso, condicionada à participação mínima de 75% das atividades. As cursistas deverão assinar Termo de Compromisso, participar das aulas e encontros e executar o Plano de Atuação Comunitária. A denominação “Defensora Popular” refere-se à atuação como liderança comunitária na promoção de direitos, sem vínculo com carreiras jurídicas do Estado.
A iniciativa é realizada pela Defensoria Pública do Estado do Ceará em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria de Acesso à Justiça, com participação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde. Conta ainda com o apoio da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) e do Programa Antes que Aconteça.




