Especialista explica como a tecnologia na indústria contribui na preservação de insumos da Páscoa

A CEO da Rayflex, empresa especializada em portas rápidas, destaca a importância das soluções para garantir a qualidade dos produtos no armazenamento

Por jangada.online em

26 de março de 2024 às 15:26
Foto: divulgação/Polina Tankilevitch

O mercado varejista alimentar no período da Páscoa vive um momento muito otimista, e a data movimenta diversos setores, garantindo que o produto final chegue ao consumidor seguro e com qualidade. Segundo Associação Paulista de Supermercados (APAS), para 2024, o crescimento de vendas de chocolates e ovos de Páscoa está em 4,5% em relação ao ano anterior. Mas, o que nem todos sabem, é a complexidade na segurança da fabricação, armazenamento e distribuição para o abastecimento. O espaço para produção e armazenagem dos chocolates precisa ser extremamente controlado para manter a umidade, caso isso não seja feito, impacta negativamente na qualidade dos produtos.

Giordana Tavares, CEO da Rayflex, referência nacional na fabricação de portas rápidas no Brasil e América Latina, ressalta a importância do uso de portas flexíveis, para a alta demanda de armazenamento de alimentos no período de Páscoa. “Estamos no fim do verão, época ainda muito quente, e o local bem preparado, garante um produto seguro e de qualidade para distribuição nos pontos de venda”.
Além de contribuir com as soluções de portas rápidas, pensando nas fabricantes de produtos para Páscoa, a CEO apresenta dicas fundamentais no armazenamento de alimentos.

 

Barreira sanitária

Diversos fatores podem contaminar os alimentos, como a abertura de portas com as mãos, por exemplo. As portas rápidas para ambientes internos da Rayflex, por exemplo, possuem um sistema que permite a abertura sem o toque das mãos. Outro destaque está por contribuir na economia de energia com a vedação do ambiente. “Na divisão dos ambientes, as portas rápidas cooperam como barreira sanitária. Unindo segurança e tecnologia, algumas possibilidades são os sensores de pisos (laço de indução) e radar de movimento, que permitem a entrada de carrinhos, e também as botoeiras ‘no touch’, que exigem apenas o movimento do braço ou mãos para acionamento do sistema e liberação da passagem, sem necessitar de toque”, comenta a CEO.

 

Agilidade e segurança na área externa

A operação das fabricantes de chocolates está também na área externa, nas docas, expedição, onde a variação de temperatura é maior, principalmente pela constante entrada e saída de colaboradores. Uma das soluções é a Porta Seccional da Rayflex, que controla o isolamento térmico interno evitando transferência de calor para dentro do galpão. “Esse modelo é rígido e constituído por painéis com isolante, evitando assim a troca térmica. Portanto, para o bom funcionamento da linha de produção e um aumento de produtividade, as portas nunca podem parar, devendo ser dotadas de sistemas de baixa manutenção e alta durabilidade”, finaliza a executiva.

 

 

 

 

 

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