Cimento Apodi destaca economia circular e transformação social
Além de contribuir para a redução de resíduos e incentivar a economia circular, o projeto também promove inclusão produtiva e geração de renda para a associação parceira

No Brasil e no mundo, a pauta da reciclagem ganha cada vez mais relevância diante da necessidade de ampliar soluções para os resíduos sólidos, reduzir emissões e fortalecer práticas ligadas à economia circular e à transição energética.
Nesse contexto, a indústria cimenteira tem assumido papel estratégico ao desenvolver iniciativas voltadas para o reaproveitamento de materiais e a destinação ambientalmente adequada de resíduos sem possibilidade de reciclagem convencional. Alinhada a esse compromisso, a Cimento Apodi vem investindo em ações que unem sustentabilidade, impacto social e inovação.
Um dos destaques é o Projeto Refarda, iniciativa que já resgatou mais de 400 fardas em parceria com a Associação Comunitária Beneficente de Quixeré, no Ceará. As peças, antes sem utilização, passaram a ganhar uma nova vida por meio da produção de mochilas, nécessaires, estojos, ecobags, sacochilas e outros itens reutilizáveis.
Além de contribuir para a redução de resíduos e incentivar a economia circular, o projeto também promove inclusão produtiva e geração de renda para a associação parceira, fortalecendo o desenvolvimento local e ampliando o impacto positivo da iniciativa junto à comunidade.
“Mais do que reaproveitar materiais, o Refarda representa uma forma de conectar sustentabilidade, transformação social e valorização das pessoas. Acreditamos que pequenas mudanças podem gerar grandes impactos coletivos, estimulando uma cultura de reaproveitamento consciente dentro e fora da indústria”, destaca Cybelle Borges, Coordenadora de Sustentabilidade e ESG da Apodi.
Economia circular e descarbonização avançam nas operações da Apodi
Além do Projeto Refarda, a Cimento Apodi vem ampliando iniciativas voltadas à economia circular e à redução das emissões no setor cimenteiro. Entre as principais estratégias está o fortalecimento do coprocessamento, prática ambientalmente segura e regulamentada que utiliza resíduos industriais e urbanos previamente avaliados como fonte de energia e matéria-prima na fabricação do cimento.
Diferente da incineração, o coprocessamento não gera novos passivos ambientais, como cinzas ou rejeitos finais, já que os materiais são totalmente incorporados ao processo produtivo dos fornos de cimento, seguindo rigorosos critérios técnicos, ambientais e regulatórios.
Em 2025, a companhia registrou redução no consumo de coque de petróleo e óleo diesel, além de aumento expressivo na utilização de combustíveis alternativos e biomassa, reforçando a substituição gradual de combustíveis fósseis tradicionais por soluções mais sustentáveis. A empresa também mantém pesquisas para o desenvolvimento de cimentos com menor intensidade de carbono, amplia índices de reciclagem de resíduos industriais e investe em ações de educação ambiental e fortalecimento da cadeia da reciclagem junto a associações de catadores e comunidades do entorno de suas operações.
Educação e fortalecimento da cadeia de reciclagem
Além das iniciativas voltadas à economia circular, a Cimento Apodi também investe no fortalecimento social da cadeia da reciclagem por meio do programa Construindo o Saber, que promove a elevação da escolaridade de trabalhadores, recicladores e moradores das comunidades do entorno de suas operações. Atualmente, quase metade dos 86 alunos atendidos pelo projeto é formada por recicladores vinculados a associações de catadores de municípios próximos à fábrica de Quixeré, como Russas, Quixeré e Morada Nova. A iniciativa reforça o compromisso da empresa com a inclusão social e a valorização desses profissionais, aliando educação, geração de oportunidades e fortalecimento da cadeia da reciclagem.




