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Parque Botânico do Ceará reabre com horário diferenciado

FOTO: reprodução.

 

O Parque Estadual Botânico do Ceará rebriu com algumas restrições para visitação nesta segunda-feira, 19. A Unidade de Conservação estava fechada para visitantes por ordem do Decreto Estadual.

Agora o visitante pode entrar no parque de terças as sextas no horário de 7h às 16h. É permitido atividades físicas com grupos de até três pessoas.

As novas regras de funcionamento do parque a partir desta segunda estão de acordo com o Decreto n° 34.037 de 17 de abril de 2021.

No Parque ainda não está funcionando as trilhas, estão em manutenção, além da doação de mudas, ensaios fotográficos, eventos, e picnics que gerem aglomerações.

O Parque disponibiliza dois contatos para tirar dúvidas, através do email: [email protected] ou (85) 99787.3012.

 

 

 

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6.510 famílias recebem ‘Vale Gás’ em Caucaia

FOTO: reprodução.

 

Em todo o município de Caucaia 6.510 famílias serão beneficiadas no programa ‘Vale Gás’. A iniciativa é do Governo do Estado do Ceará. Em Caucaia tem apoio da Prefeitura na logística da distribuição dos botijões.

Para isso, a Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS) criou uma lista com todos os beneficiários e locais das entregas.

A Prefeitura disponibilizou um contato de Whatsapp para tirar dúvidas (9 8224 7514).

Há também um contato para ligações através do número: 3342.8086.

 

 

 

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Deputada pede inclusão de pessoas com deficiência, conselheiros tutelares e imprensa no grupo prioritário

Foto: reprodução/divulgação.

 

Um Projeto de Indicação (nº 118/2021) da deputada estadual Érika Amorim (PSD) pede a inclusão, no grupo prioritário no plano estadual de vacinação contra a Covid-19, de pessoas com deficiência, conselheiros tutelares e profissionais da imprensa que trabalham externo. A expectativa é de que o Projeto comece a tramitar na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará ainda nesta semana.

“Estamos tratando de categorias que merecem uma atenção especial, seja por conta de sua vulnerabilidade (as pessoas com deficiência), ou pela sua rotina de trabalho (os conselheiros e os profissionais da imprensa que atuam externo)”, justifica a parlamentar. Ela pontua, ainda, a importância da vacinação, uma vez que “promove proteção contra a Covid-19 de forma individual e coletiva, com menos infecções e menos pessoas transmitindo”.

De acordo com a justificativa do Projeto, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência já sinaliza que o poder público deve reconhecer as pessoas com deficiência como vulneráveis. E mais: adotar medidas para protegê-las em casos como calamidade pública. Como o processo de vacinação se dá de forma lenta, é essencial que essas pessoas mais vulneráveis à doença sejam prioridade.

Cumprindo até mesmo plantões de 24 horas na prestação de suporte às crianças e adolescentes, os conselheiros tutelares seguem exercendo suas atividades com normalidade, atendendo denúncias e mantendo o trabalho presencial se deslocando até os locais de denúncia.

Já com relação aos profissionais da imprensa, a atividade foi classificada como essencial desde o início da pandemia do novo coronavírus (decreto Nº 10.288, de 22 de março de 2020, publicado no Diário Oficial da União, que define as atividades e os serviços relacionados à imprensa como essenciais). Desta forma, os profissionais ininterruptamente fazem a cobertura direta e diária da linha de frente do enfrentamento da Covid-19, combatendo a desinformação e a disseminação de fake news.

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Pecém deve ser sede da primeira usina eólica offshore do Ceará

 

Pioneiro em energias renováveis, o Ceará também assume o protagonismo entre os projetos de usinas eólicas offshore, isto é, com torres instaladas no mar. O primeiro projeto do tipo no Estado, nomeado Asa Branca, da Eólica Brasil, irá receber um investimento de R$ 12 bilhões na primeira fase e deve entrar em operação em janeiro de 2025, segundo estima o CEO da empresa, Marcello Storrer.

Com exclusividade ao Diário do Nordeste, o executivo revelou que o Asa Branca é o único projeto de usina eólica offshore no Ceará que já conta com Despacho de Registro de Outorga (DRO) expedido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), documento que autoriza a produção de energia elétrica. “Somos os únicos que cumprimos todos os requisitos técnicos, jurídicos e fiscais. Essa autorização nos foi dada a primeira vez em 2016 e vem sendo renovada desde então”.

A usina será instalada no litoral do Pecém e terá potência instalada de 5 gigawatts (GW) na primeira fase, distribuídos em 60 aerogeradores. Após a entrega do primeiro bloco, a usina será expandida três vezes, uma a cada dois anos, totalizando quatro blocos e 10 GW de capacidade em uma área de 360 mil hectares. O valor do investimento se repete a cada expansão.

Licenças

Por se tratarem de projetos construídos dentro do mar, de forma que podem causar impactos ambientais, as usinas eólicas offshore passam por um longo processo de avaliação tanto do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), como da Secretaria de Aquicultura e Pesca, Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários (SNPTA), Marinha e Aeronáutica, além da própria Aneel.

Storrer detalha que, com exceção do licenciamento ambiental, todas as demais autorizações já foram concedidas ao projeto Asa Branca. O protocolo com o Ibama, que está sendo liderado pela Ramboll Brasil, uma consultoria ambiental, está em fase de elaboração do estudo de impacto ambiental, com previsão para ficar pronto em um ano.

“Nós estamos investindo pesado para termos o estudo perfeito e ter aprovação o quanto antes”, explica o executivo. Após a concessão da licença prévia pelo Ibama, passa-se para a fase de elaboração do estudo de instalação da usina, que também será analisada, para somente então iniciar a construção o parque.

Financiamento

O CEO da Eólica Brasil ainda revela que os recursos para a construção e instalação da usina Asa Branca virão também de receitas próprias do grupo, mas principalmente dos recursos de contratos de compra e venda de energia.

Tendo em vista que esta é uma matriz energética renovável nova no País, ele também defende um programa de incentivo por parte do Governo Federal, assim como aconteceu para a energia eólica onshore, a solar e a biomassa através do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), que beneficia empreendedores sem vínculos societários com concessionárias de geração, transmissão ou distribuição a partir da contratação da energia.

“Esse modelo de contratação poderá ocorrer tendo como compradores as próprias distribuidoras. Então, a diferença entre o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), que é o valor médio desembolsado pelas distribuidoras para pagar os geradores, e preço incentivado virá da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE)”, explica Storrer sobre como deveria acontecer o barateamento da energia eólica offshore.

No entanto, ele aponta que a sinalização positiva do Governo para isso só virá com a apresentação do programa pela própria iniciativa privada.

 

Base no Porto

Além da usina, a Eólica Brasil também negocia com o Porto do Pecém e com o Governo do Estado a construção de um terminal exclusivo para os projetos offshore. Isso porque as torres precisam ser pré-montadas em terra para depois serem levadas ao mar. De acordo com o CEO da empresa, a área teria pelo menos 50 hectares e deve ser construída com recursos próprios, um investimento de US$ 200 milhões. “Apesar de ser uma iniciativa nossa, o cais seria aberto às outras usinas offshore que necessitarem”, aponta.

A tratativa foi confirmada pelo secretário do Desenvolvimento Econômico e Trabalho do Estado, Maia Júnior. “Estamos analisando os elementos necessários. O memorando está correndo nas assessorias jurídicas para que os procuradores possam autorizar a celebração. Nos interessa criar condições favoráveis”, afirma. Ele ainda revela que a administração do cais ficaria por conta do próprio Porto do Pecém em parceria com algum ente privado que tenha interesse na operação.

Storrer também vislumbra o desenvolvimento e a instalação de usinas de hidrogênio verde , considerado por ele uma ramificação natural das usinas eólicas offshore. “Por enquanto, é algo conceitual, mas estamos começando a investir nessa ideia e próximo ano deveremos ter um projeto”, diz.

 

Projetos

Com forte potencial de geração de energia eólica offshore, o Ceará tem pelo menos quatro grandes projetos de investimento no setor. As propostas em estudo são de médio a longo prazo, já que a questão ainda é muito recente no País e exige uma regulação sobre o zoneamento marinho, além de licenças ambientais.

(Diário do Nordeste)

 

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Petrobras volta a realizar transbordo de combustíveis no Pecém

FOTO: reprodução.

 

Camilo Santana anunciou, nesta quinta-feira, 17, a retomada as operações de transbordo de combustíveis da Petrobras para 2021. O comunicado acontece após reunião do chefe do Executivo Estadual com o presidente da companhia, Roberto Castello Branco. Esse tipo de atividade está paralisada desde 2014.

A operação vai contar com três navios 200 mil m³/mês, mas, conforme Camilo, com perspectiva de ampliação. De acordo com o governador, o retorno desta atividade representa um ganho econômico para o Estado.

“Será muito importante para a empresa e representa ganho econômico para o Ceará, que passará a enviar combustível para comercialização em estados do Norte e Nordeste”, disse Camilo. “Com os investimentos em modernização, aliado à parceria com o Porto de Roterdã, o Porto do Pecém tem aumentado as exportações e se consolidado como portão de entrada e saída de cargas do N/NE”, completou via Twitter.

O transbordo significa transferir passageiros ou mercadorias de um transporte para outro da mesma categoria. No caso, se trata da transferência de combustível de um navio para outro.

 

(Focus)

 

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Gerdau conclui compra de siderúrgica na Caucaia por US$ 110,8 milhões

FOTO: divulgação.

 

A Gerdau anunciou que concluiu a compra da Siderúrgica Latino-America (Silat) por US$ 110,8 milhões. Antes a unidade pertencia ao grupo espanhol Hierros Añón.

O anúncio ocorreu nesta terça-feira,  1º de novembro, após comunicado ao mercado.

Mas a compra não foi total. A Gerdau passa a ser dona de 96,35% das ações da unidade localizada em Caucaia. Os outros 3,65% pertencem a Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado do Ceará (Adece).

A Silat possui 233 empregados, entre próprios e terceiros, e tem uma capacidade instalada anual de laminação de 600 mil toneladas e uma planta de ampliados com capacidade anual de 100 mil toneladas.

“Transação, a Gerdau fortalece o seu posicionamento na região e reforça sua estratégia de atender melhor seus clientes no mercado nacional”, disse a Gerdau em comunicado.

 

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Prefeitura de Caucaia divulga lista de espaços artísticos classificados para concessão de subsídios

 

A Prefeitura de Caucaia, por meio da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura, divulga lista dos classificados e classificáveis para concessão de subsídio aos espaços artísticos e culturais por meio da Lei Aldir Blanc.

O edital pode ser acessado no site oficial da Prefeitura, clicando em “Secretarias Editais” e depois em “Secretaria de Turismo e Cultura”.
Os pedidos de recurso deverão ser enviados em até 2 (dois) dias após a publicação deste edital e exclusivamente para o e-mail [email protected].

 

 

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ZPE Ceará será modelo para projeto de monitoramento e avaliação do regime de ZPE no Brasil

FOTO: reprodução.

 

A Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Ceará foi escolhida para ser a referência do projeto de monitoramento e avaliação do regime de ZPE no Brasil.

A iniciativa envolve o Ministério da Economia, a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) e a Global Policy Incubator (GPI).

A ideia é avaliar a política pública adotada pela companhia cearense e, posteriormente, adaptar a metodologia para que possa ser utilizada nas demais regiões do País.

A proposta da metodologia para o monitoramento e a avaliação do regime brasileiro de ZPE ainda passará por ajustes, antes de ser efetivamente implementada no Ceará. Segundo Lídia Ruppert, especialista em política industrial da GPI, empresa que está desenvolvendo o projeto, o objetivo central é “elaborar um sistema amplo e contínuo de monitoramento e avaliação, tendo como projeto-piloto a ZPE Ceará”.

 

(FOCUS)

 

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CSP fornecerá aço às montadoras dos EUA

FOTO: reprodução.

Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) foi aprovada nas auditorias para as certificações International Automotive Task Force (IATF) e ISO 9001, que garantem, respectivamente, que a empresa está apta a fornecer aço para o setor automotivo e que o sistema de gestão dela é de qualidade. De acordo com a CSP, os títulos impulsionarão as vendas no mercado automotivo nacional e um maior acesso ao internacional, especialmente às montadoras nos Estados Unidos. A siderúrgica ainda projetou a entrada em outros mercados, de maior valor agregado.

Apesar da perspectiva otimista relacionada à abertura de um novo mercado (norte-americano), a CSP, contudo, não deu mais detalhes sobre a previsão de ganhos financeiros. “A certificação IATF nos credenciará a ingressar em um mercado de maior valor agregado. A CSP não comenta detalhes financeiros”, disse a siderúrgica em nota.

“A certificação impulsionará ambos os mercados: nacional e internacional. O IATF nos credita maior acesso ao mercado automotivo global, em especial, às montadoras norte-americanas. E como efeito indireto positivo, ela também aumenta a credibilidade do aço da CSP para vender para outros mercados de maior valor agregado”, completa a nota.

Para Ricard Pereira, diretor do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de Material Elétrico no Estado do Ceará (Simec), o certificado deve gerar um aumento das vendas da CSP, já que a empresa “subiu alguns degraus no conceito internacional”. Para ele, os títulos recebidos abrem uma oportunidade para o Ceará ter uma laminadora para produzir chapas de aço ao setor automotivo – desejo antigo dos que trabalham na área. Na visão do diretor do Simec, a chegada de uma laminadora daria um incremento significativo ao Produto Interno Bruto (PIB) local. “Ouso a falar que multiplicaria por três ou quatro vezes”, estima.

 

Polo metalmecânico

Conforme o economista e consultor internacional, Alcântara Macêdo, o Ceará está qualificando o mercado para construir um polo metalmecânico ao “criar raízes fortes de sustentação no setor industrial” com os demais países e fincando a produção de matérias-primas no Estado. “Faltam alguns ingredientes, que vão se formando ao decorrer do tempo, mas avançamos bem”, afirma.

Para ele, o Governo está certo em procurar empresas privadas para investirem na economia, mas há a necessidade de trabalhar nos dois sentidos: trazer uma montadora e uma laminadora ao mesmo tempo para que o custo de produção de ambas seja reduzido pela demanda. “Isso é matemática. É importante termos uma indústria representativa. Uma vai produzir matéria-prima e dará viabilidade a outra. É preciso dialogar com as empresas e atraí-las para cá”, diz o consultor.

Investimentos privados

Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Maia Júnior, o Ceará busca atrair investimentos privados para o setor de metalmecânica e está discutindo com montadoras, entre elas a Toyota, para que elas tragam um centro de distribuição ao Estado. Para ele, ainda não há um nível suficiente de demanda de automóveis no Ceará para que a CSP monte um laminadora. “O volume de aquisição é atendido pela demanda existente, e nós buscamos fortalecer o aumento dela aqui no Estado”, pontua.

 

(Diário do Nordeste)

 

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Porto do Pecém bate recorde em movimentação de contêineres

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A movimentação de contêineres no Porto do Pecém em setembro bateu recorde. De acordo com dados do Governo do Estado, embarques e desembarques foram movimentados 39.207 TEUs (unidade equivalente a 1 contêiner de 20 pés), ou seja, quase quarenta mil contêineres passaram pelo terminal portuário cearense no mês passado.

O resultado é 6% maior que o registrado em setembro do ano passado, quando foram movimentados 34.916 TEU´s. O volume obtido no mês passado supera também o resultado alcançado no mês de agosto deste ano, com 35.649 TEUs movimentados pelo Porto do Pecém.

Conforme o site do Governo do Estado, o incremento na movimentação de contêineres cresceu graças ao crescimento da cabotagem e da fruticultura.

Movimentação de Contêineres no Porto do Pecém em setembro/2020

Embarques

Cabotagem: 13.060 TEUs

Longo Curso: 4.314 TEUs

Desembarques

Cabotagem: 20.665 TEUs

Série histórica com melhores resultados mensais (2016 – 2020)

2020 – Setembro com 39.207 TEUs

2019 – Outubro com 36.425 TEUs

2018 – Setembro com 29.755 TEUs

2017 – Dezembro com 29.574 TEUs

2016 – Setembro com 22.854 TEUs

 

 

*Com informação O Otimista

 

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